Fisiologicamente
Fisiologicamente sem lógica Meu pensamento encontra estradas e foge. Não há destino que o receba, Nem trajeto para seu caminho. Mira nas cores de vida e luz. Sai caçador de histórias, respostas e perguntas Salta cachoeiras de mistérios Penetra cavernas de tristeza Segue regando flores por aí E se lambuza nas poças de alegria Quem sou eu para prender este moleque? Se ele é meus pés correndo em desatino Subindo morros, descendo ladeiras Voando baixo sobre as janelas Vai, inquieto brincante Molda teu prumo enquanto anda E lembra que aqui, nesta tua casa, Sou eu quem te espera para, num livre suspiro, Ninar teu sono enquanto durmo. Mas... e os sonhos? E lá se vai ele de novo. Volta aqui, menino!!! Foto: daqui de casa mesmo 2025






